Com o primo, campo afora!

Era início da década de 80, eu estava iniciando a minha vida sexual, com as curiosidades e desejos inerentes à idade. Na época, era muito comum entre os rapazinhos colecionar revistinhas pornôs diversas, quadrinhos em preto e branco e as famosas “revistas suecas”. Era ali que aprendíamos sobre sexo, pelas fotos e pelas conversas entre […] O post Com o primo, campo afora! apareceu primeiro em Contos adultos.

Com o primo, campo afora!

Era início da década de 80, eu estava iniciando a minha vida sexual, com as curiosidades e desejos inerentes à idade. Na época, era muito comum entre os rapazinhos colecionar revistinhas pornôs diversas, quadrinhos em preto e branco e as famosas “revistas suecas”. Era ali que aprendíamos sobre sexo, pelas fotos e pelas conversas entre amigos, muitas vezes reunidos em algum lugar escondido, compartilhando as revistinhas enquanto nos masturbávamos. Era assim comigo, eu tinha diversos amigos de punheta, rapazes da minha idade, quase todos tinham revistinhas pornô, e muitos tinham revistinhas de sexo entre homens, e considerávamos isso normal. A única “regra geral” (que não se sabia de onde havia vindo), era que “macho” era quem comia e “viado” ou “bicha” era quem dava. Uma bobagem que eu questionava pois todos os meus amigos, e eu inclusive, sentíamos muita excitação quando imaginávamos estar no papel do passivo, isso mesmo antes de experimentar o ato, pelas vias de fato. De qualquer forma a “regra geral” permanecia e, por isso, na nossa roda de amiguinhos, ninguém dava o primeiro passo.

Os dias iam se passando e, sempre que eu podia, tratava de me reunir com algum amigo, convidando pra olhar revistinhas e bater punheta juntos. Então, num dia de outono, eu e meu primo, com quem tb costumava fazer uma ou outra “sessão punheta”, resolvemos fazer nossa reunião divertida, só que em um lugar diferente. Meus pais tinham uma casa em localidade rural e estávamos passando o final de semana juntos, eu e meu primo. Resolvi então convidá-lo a pegar nossas revistinhas pornô e dar uma caminhada pelos campos de uma fazenda de gado local, até chegar a um mato de eucaliptos que se via à distância, a partir de minha casa. Caminhamos bastante, os eucaliptos ficavam mais longe do que pensávamos ser. Chagando lá, notamos que o local era perfeito, o agrupamento de árvores não permitia que se enxergasse dentro e, por ser circular e não ter tantas árvores, era possível ver em todas as direções. Se alguém estivesse vindo em direção dos eucaliptos, nós veríamos. Esse tipo de mato é chamado, aqui na região, de “capão”. O local era ótimo, o clima ameno, sentamos em um tronco caído, pegamos as revistinhas e, mais que rapidamente, tiramos nossas piroquinhas pra fora. Ao trocarmos as revistinhas, notei que das três, que meu primo tinha trazido, duas eram fotonovelas homosexuais. Sentei a ler uma delas, com o calção levemente abaixado, com o pau e as bolas pra fora, mas com o rego a mostra. Meu primo, também com o pau e as bolas de fora, deu uma olhada nas minhas revistinhas e deixou-as de lado, veio pra perto de mim e disse que queria ler comigo a revistinha que eu estava vendo. Sentamos lado a lado, bem encostados um no outro, batendo punheta e lendo a revista. Dava pra ouvir o barulhinho da punheta dele, com a cabeça do pau bem melada. De tempos em tempos dávamos aquela olhada na piroca um do outro, de canto de olho. Na revistinha, dois homens completamente nus, faziam sexo em um quarto. Lembro que em uma das páginas havia a foto gigante do pênis (muito peludo) de um dos homens, à espera do encontro com o ânus do outro, que se aproximava, numa cena de penetração que eu lembro, com tesão, até hoje.

Olhando aquelas fotos, com o tesão que eu sentia pela situação e o local, me levantei e disse ao meu primo: “Vamos ficar pelados?”

A gente confabulou por alguns instantes, sobre os possíveis riscos, e topamos logo. Cada um tirou a sua roupa e ficamos completamente nus, um de frente para o outro, ali, no meio das árvores.

Seguimos olhando a revistinha, agora mais à vontade, com as pernas bem abertas, de modo a mostrar nossos “caralhinhos” um para o outro. Eu sentei, com minha bunda nua, no tronco da árvore, enquanto meu primo, só de botinas, se pôs a punhetar frenéticamente, com um dos pés apoiado no tronco, com sua piroca a cerca de um metro do meu rosto. Eu estava tão excitado e aquilo tudo me dava tanto tesão que comecei a pensar em me oferecer pra ele…

Pra minha surpresa, foi ele quem deu o primeiro passo, quebrando a “regra geral”. Meu primo se virou de costas, mostrando aquela bundinha branca e redondinha, foi até uma árvore e se apoiou. Logo depois olhou pra mim e disse: “Vamos fazer?”

“Que nem na revista?”, eu disse. “É”… ele respondeu, levantando levemente a perna esquerda, permitindo que eu visse as suas preguinhas…

Eu nem sabia direito como começar, mas fui até ele, já me encaixando.

Coloquei a ponta da minha piroca na entradinha do cu dele e comecei a forçar.

Nossa, foi a coisa mais gostosa que eu já tinha experimentado até então. Eu forçava e mexia e fazia movimentos de vai e vem… não entrava de verdade, mas mesmo assim era maravilhoso!

Foi então que ele pediu pra eu me afastar um pouco, eu desencostei, e ele então pegou um pouco de saliva da boca, com as mãos, chegou até mim e passou no meu pau. Depois pegou mais saliva com a mão e passou na própria bunda… e me chamou pra colocar no cu de novo. Aí a coisa mudou de figura! Ele pegou minha piroca, encaixou bem na entrada do cuzinho, mexeu a bundinha, até que meu pau entrou, e foi o máximo!!! Pela primeira vez eu estava fazendo sexo de verdade! Eu estava comendo o cu do meu primo, e tudo era fantástico!!!

A gente passou mais alguns instantes fazendo anal em pé, encostados na árvore. Então ele virou a cabeça, me olhou nos olhos e disse: “Tá gostoso?” Eu só balancei a cabeça enquanto continuava enfiando…

Ele disse então: “Dá pra mim agora?” Eu parei de enfiar e pensei por um instante… E concordei logo em seguida.

Meu primo então me levou pra perto do tronco caído, arrumou as roupas no chão, em cima das folhas, e me pediu pra ficar de quatro. Eu, louco de excitação, fiz exatamente como ele me pediu. Fiquei de quatro, com a bunda bem empinada, as nádegas bem abertas, esperando que o pau dele, que era um tanto maior que o meu, entrasse em mim.

Meu primo fez aquilo novamente, pegou saliva com a mão e passou na minha bunda. Diferentemente do que fez antes, na própria bunda, em mim ele tratou de enfiar o indicador, depois o anelar, no meu ânus. Por fim, pegou mais saliva e passou do próprio pau, espalhando bem pela glande bem destacada (já muito molhada pela próprio líquido que fluia pela fenda da cabeça), passou bem pelo corpo curvado da piroca, torta para cima. Curvatura esta que eu passei a apreciar como um fetiche.

Meu primo então se agaichou, e veio chegando por trás… Comecei a sentir o calor da sua pelve em minhas nádegas, arrepiadas pela excitação e pelo ventinho suave que soprava…

Senti finalmente a glande molhada e quente encostando no meu rego, descendo por entre as nádegas, procurando o buraco onde deveria entrar. Tudo isto, pra mim, foi muito, mas muito excitante mesmo!!!  Meu coração parecia que ia explodir!

Meu primo então encaixou a cabeça do pau no meu cu e começou empurrar o pau, mas sem forçar a entrada. Começou no vai e vem, sem penetrar, só pressionando um pouco a cada vez. Logo eu já sentia que as coisas estavam avançando no meu traseiro. Senti um pouco de desconforto no início, mas a excitação superava tudo!

Comecei a sentir que a cabeça parecia já estar entrando mais, e comecei a ouvir aquele barulho de “molhadinho” em cada investida do pau dele em meu cuzinho.

E seguimos assim e, em dado momento, percebi que ele estava realmente dentro de mim.

Sentia a penetração firme e constante, sentia os pelos pubianos do meu primo encostando no meu rêgo lisinho. Sentia as bolas dele encostarem nas minhas… Eu estava sendo comido! Plenamente!

Meu primo começou a se movimentar com mais força! Gemer mais alto e eu tb! Apoiei-me com uma só mão no tronco e comecei a bater punheta com a outra mão.

Meu primo dizia coisas indistintas enquanto pegava na minha cintura, empurrando a piroca para dentro do meu ânus, recheando meu reto com aquele membro deliciosamente duro! O barulho da penetração era bem audivel, eu sentia cada socada! Cada metida da piça, ritmada com um gemido meu e dele!

Nisso ele teve algo tal como um espasmo! Ele estava gozando no meu cu! Freneticamente socando, e gozando em mim!

Pela excitação e a punheta que eu batia, também gozei!

Ejaculei o pouco esperma que eu produzia na época, enquanto que no meu ânus, uma quantidade considerável de porra havia sido depositada.

Meu primo então tirou o pênis do meu cu. As coisas se acalmaram. Paramos um tempo pra respirar e curtir o que havíamos feito.

Após um tempo, nos vestímos e voltamos pra casa. Exaustos, nervosos, mas plenamente satisfeitos e preparados para a próxima aventura.

E eu, ao chegar em casa, tive que tomar um banho e lavar a cueca, encharcada de esperma… grosso e ainda quente.

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