De doméstica a amante

De doméstica a amante – Tenho 30 anos, negra, alta, corpão, pernas grossa, bumbum grande. Depois de muitas decepções amorosas, decidi viver só. Tenho pais mas moro sozinha em São Paulo. Vivo dos serviços de domestica. Sou filiada a associação das domesticas. Foi através da associação que me indicaram a casa do sr. Francisco, um […]

De doméstica a amante

De doméstica a amante – Tenho 30 anos, negra, alta, corpão, pernas grossa, bumbum grande. Depois de muitas decepções amorosas, decidi viver só. Tenho pais mas moro sozinha em São Paulo. Vivo dos serviços de domestica. Sou filiada a associação das domesticas. Foi através da associação que me indicaram a casa do sr. Francisco, um empresário de 60 anos, que mora só. Falei com o porteiro do prédio, contatou com o aptº mandou que eu subisse. Apertei a campainha, sr. Francisco atendeu, vestido de roupão. Muito gentil.

Pediu que entrasse e sentasse na mesa. Me explicou o que queria de mim e combinamos o preço. Todo o serviço do apartamento mais lavar e passar sua roupa. Falou se ele gostasse dos meus serviços teria emprego para sempre e que eu não iria me arrepender. Olhei o apartamento, muito chique e grande, para um homem só. Vi a bagunça que estava no quarto. Devia ter tempo que não arrumava. Me falou que tinha separado da esposa e os filhos já eram todos casados. Marcamos de começar no outro dia cedo.

Não me entregou a chave porque ele estaria em casa. Cheguei as 08:00 horas conforme combinado. Fiz o café; Ele me mostrou onde ficava as coisas. Como no dia anterior me atendeu vestindo o roupão. Comprei pães e servi na mesa. Comecei a ajeitar a cozinha, depois fui para a sala, os banheiros e por último os quartos. Achei cuecas sujas jogadas debaixo da cama. Falei que ia arrumar mais ou menos e nos dias seguintes caprichava mais. Sr. Francisco falou que não fazia comida. Comia fora num self serve.

Nesse dia ele pediu por telefone, o almoço para dois. O tempo foi passando e Sr. Francisco fazendo perguntas sobre mim. Se era casada, se tinha namorado, família etc… Cada dia nossa intimidade crescia. Passei a ir trabalhar com saias mais curtas para provocá-lo. Mostrar minha exuberância. Passava perfumes, ficava cheirosa. Sr. Francisco me elogiava. Num sábado, cheguei, ele veio abrir a porta só de cueca. Nossa assustei quando vi aquilo espetado. Ele fechou a porta e focou me olhando por trás.

Fiz o café, chamei-o para vir na mesa, ele sentou, ainda só de cueca. Pediu para eu também tomar café com ele na mesa. Eu já imaginava que ali tinha coisa. Sentei de frente. Sr. Francisco falou: Desculpe Vanda d’eu estar assim. É que estava pensando em você, no seu corpo, me deixou com um tesão danado. Suas coxas são lindas. Fiquei sem graça, mas sabia que estava provocando mesmo. Eu queria transar também. Já fazia tempo que não saia com um homem.

De doméstica a amante

De doméstica a amante

Pegou na minha mão e pediu para aproximar dele e ficar ao seu lado em pé. Abraçou o corpo e levou as mãos na minha bunda, depois nas coxas, debaixo da saia. Arrepiei. Colocou o rosto na minha barriga e beijou levantando a blusa. Me molhei toda. Foi explorando meu corpo, levantou a saia e cheirou entre minhas coxas. O homem gemeu. Sr. Francisco deixou o café na xícara e me puxou para o quarto. Seu pau estava espetado para fora da cueca e foi logo se livrando dela.

Puxou a blusa para cima, retirou o soutien, pediu para retirar a saia. Deitou sobre mim. Ajeitou seu pau na entrada da buceta e enfiou de uma vez. Eu já estava super molhada. Meteu gostoso. Gozou rápido dentro de mim. Nesse dia eu não tive orgasmo. Fiz o que tinha que fazer, ele me deu o dinheiro do ônibus e mais algum. Fui embora. Passei o final de semana pensando no Sr. Francisco. Na 2ª feira cheguei as 8 horas em ponto. Sr. Francisco veio de novo, abriu a porta com sua cueca espetada.

Só fechou a porta e me agarrou. Me confidenciou que não aguentava mais esperar eu chegar. Me levou pro quarto, me cheirou a buceta, beijou minha bunda e pediu para meter por trás. Falei que no cuzinho não. Ele respondeu, tudo bem é na buceta. Eu fiquei de quatro e enfiou tudo. Seu pau parecia que estava mais grosso. Coloquei a mão no meu grelho para me excitar enquanto ele metia. Eu queria gozar, falei para ele me esperar. Sr. Francisco saiu de trás e pediu para abrir as pernas. Fez papai-mamãe. Fechei os olhos e concentrei naquele pau grosso. Gozei gostoso.

Ele continuou metendo até jorrar dentro de mim. Se deitou de lado. Fiquei fazendo um cafuné nele. Seu pau estava mole e caído de lado todo melado. Minha vida mudou. Sr. Francisco me pagava em dia e me dava mais dinheiro dizendo para comprar presentes. Começamos a viver intensamente. Ele gostava de me chupar. Pedia para esfregar a buceta no seu rosto. Sentir o gosto da minha buceta. Me confidenciou que foi a melhor época de sua vida. O homem era louco por sexo. Fazíamos 69. Gozava dentro de minha boca e me beijava.

Eu sempre tomava comprimidos para não engravidar. Quando completou 70 anos, transferiu o apartamento para meu nome com usufruto dele. Seu pau já quase não ficava duro. Começou a pedir para comprar viagra para ele, dizendo que queria fazer eu gozar gostoso. Quando completou 75 anos, morreu de enfarte. Tenho saudade do Sr. Francisco. Nunca mais arrumei um homem bom quanto ele. Continuo a prestar serviços como diarista em outras casas. Para transar provoco os filhos das patroas. Quando ficam sós, transamos gostoso. Vanda … São Paulo

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