Uma Madrasta Linda Ilustre Fogosa e Gostosa – 3ª e Última Parte

Uma Madrasta Linda Ilustre Fogosa e Gostosa. – – – 3ª e Última Parte. – – – . . . – Estes personagens trouxeram a mim um novo sentimento de viver. … Ato nº 08 – … Augusto (Marido) … Teresa (Esposa) Maria e Isadora (Filhas) ·         – – – . . . – Ato […] O post Uma Madrasta Linda Ilustre Fogosa e Gostosa – 3ª e Última Parte apareceu primeiro em Contos adultos.

Uma Madrasta Linda Ilustre Fogosa e Gostosa – 3ª e Última Parte

Uma Madrasta Linda Ilustre Fogosa e Gostosa. – – – 3ª e Última Parte.

– – – . . . – Estes personagens trouxeram a mim um novo sentimento de viver. …

Ato nº 08 – … Augusto (Marido) … Teresa (Esposa) Maria e Isadora (Filhas)

·         – – – . . . – Ato nº 08 – Briga e discussão com o marido

…. Brigados, fui tomar um banho para esfriar a minha cabeça e pensei em tudo o que acontecera naquele dia. As conversas com Gustavo no bar, os momentos ao lado de Augusto que eu não me sentia a vontade.

Gustavo, pensei bastante nele naquele momento. Refleti sobre o que eu estava sentindo naquele momento e percebi que não era um pensamento distante, mas um sentimento real, que estava cada vez mais latente em minha mente e corpo. Eu queria me sentir amada novamente, como não me sentia há um bom tempo. Mais do que isso, eu queria externar toda aquela raiva que eu estava naquele momento. Quando eu saí do banho, eu já tinha uma decisão em minha mente.

Augusto já dormia em nossa cama, olhei uma última vez para ele e percebi o quão patético ele parecia dormindo. Apenas de camisola e sutiã, fui até o quarto de Gustavo.

… Ele estava deitado na cama, com a luz do abajur no criado-mudo acesa, lendo aquele livro novamente. Ele me olhou na porta, pude perceber os seus olhos percorrendo todo o meu corpo, mas ele não falou nada. Tranquei a porta e caminhei até a sua cama e me sentei ao seu lado. Ele fechou o livro e permaneceu me olhando, como se quisesse ver qual seria o meu próximo movimento.

Em silêncio, coloquei as minhas mãos por debaixo de sua colcha, primeiro em sua perna, e fui subindo até chegar em sua cueca samba-canção. Coloquei a minha mão por dentro dela pela saída da perna e segurei o seu pau. Assim que eu o toquei ele deu um suspiro, como se ele percebesse que agora aquilo era real. Em seus olhos, havia um olhar de surpresa, como se ele dissesse “Você está fazendo isso mesmo?” E eu dizia que sim também com meu olhar. O acariciei todo… Senti que estava ficando duro…

  • – – – . . . – Ato nº 09 – A primeira transa com Gustavo…

…. Coloquei o pau dele para fora e comecei a chupar. Era tão gostoso chupar aquele pau, não sabia há quanto tempo eu não fazia um boquete com tanta vontade como naquela noite. Em silêncio, Gustavo pegou em meu cabelo e me guiou em sua chupada. Eu o ouvia suspirar, respirando ofegante, eu olhava para ele e tudo o que eu via era o olhar de um homem me desejando com toda a sua vontade, e isso me deixava excitadíssima. Dei um beijo nele, um beijo bem gostoso e babado. Ele pegou em meu pescoço, com bastante atitude, eu gostei e mordi os seus lábios. Ele tirou a minha camisola e começou a chupar os meus seios, durinhos por conta do silicone, ele chupava, mordia, apertava.

Eu coloquei as minhas pernas em seu colo, e sentia o seu pau duro roçando na minha buceta enquanto ele me chupava, e deixei com a calcinha toda molhada com isso. Ele me virou, me jogou deitada na cama, cheio de atitude. Pelo menos na cama, aquele garoto não precisava falar tanto para mostrar o seu potencial. Ele tirou a minha calcinha toda babada e foi beijando o meu corpo. Primeiro no pescoço, depois novamente em meus seios, descendo pela minha barriga e então em minhas coxas, até que o último lugar que ele beijou foi a minha buceta, bem em cima do meu grelo.

…. Ela começou a chupá-lo, e foi me deixando louca de tesão. Eu me controlava para não gritar, segurava a minha boca com a mão, mas quase gozei só com a língua do meu enteado.

…. Depois, ele subiu em cima de mim, me beijou novamente enquanto começou a tocar o seu pau bem em cima do meu grelo, já latejando, pedindo para enfiá-lo dentro da minha buceta. E foi isso o que ele fez em seguida. Pele com pele, ele foi enfiando aquele pau dele, que era mais grosso e maior que o do seu pai. Eu sei minha buceta se apertando em volta dele e ele continuava a enfiar.

  • – – – . . . – Ato nº 10 – Uma Foda Eletrizante…

…. Então, ele começou a me foder. Primeiro bem devagar, mas ele foi aumentando a velocidade. Enquanto ele me comia, ele beijava o meu pescoço e os meus seios. Eu estava amando ser possuída daquela forma, desejada como há muito tempo não sentia. Eu adorava ser fodida de quatro, ele penetrava gostoso em minha buceta e eu vibrava de tesão por aquele pau tesudo…

…. Depois, a gente foi direto para o chão. Fiquei de quatro, com os meus joelhos e mãos no carpete e ele por trás. Ele segurou em minha cintura e começou a socar aquele piroca bem fundo em mim. Ele apertava os meus seios, segurava a minha nuca, beijava as minhas costas. Eu não consegui aguentar mais.

…. Gozei bastante em seu pau, deixando minhas pernas bambas, e ele continuava a me comer.

Depois de um tempo, ele tirou o seu pau de minha buceta, e me puxou, colocando o seu pau em minha boca. …. Eu voltei a chupá-lo, mas dessa vez ele começou a também o estocar, como se estivesse fodendo a minha própria boca. Eu sentia sua rola ir bem fundo em minha garganta, quase tive vontade de vomitar, mas ele continuou a me foder até que ele gozou tudo bem na minha cara. Ele me sujou toda, mas eu nem liguei. Limpei com a mão a porra toda da minha cara e engoli.

…. Ainda ofegante, ele colocou a cueca de volta e eu a minha calcinha e camisola, e saí de lá sem dizermos uma palavra sequer, mas o que nós queríamos, já havia sido muito bem-feito. Quando me deitei na cama, ao lado de Augusto, a ficha caiu. Eu havia acabado de transar com o meu enteado. Há um mês nem pensava que teria que fazer o papel de madrasta. Mas não me sentia nem um pouco culpada.

…. Muito pelo contrário, me sentia maravilhosa, e pode acreditar que essa não seria a última vez.

  • – – – . . . – Ato nº 11 – Ficamos Amantes…

…. Continuei frequentando o quarto dele quase que diariamente a noite, depois que o Augusto dormisse pesadamente e passei a ser sua amante… Ele me comia e me fodia praticamente todos os dias… Aí sim, a minha carência deixou de existir, já o meu marido não fazia a parte dele, mas o filho sim…

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